sexta-feira, janeiro 15, 2010

Site faz transcrições de vídeos

 
 

Sent to you by Suzana Gutierrez via Google Reader:

 
 

via Tiago Dória Weblog by Tiago Dória on 13/01/10

SpeakerText é uma startup criada por um jornalista, Matt Mireles.

O site faz transcrições de vídeos. A partir de vídeos no YouTube, é possível digitar as transcrições, assim como assistir a vídeos transcritos (ao clicar em um trecho do texto, o usuário é enviado direto para  a parte correspondente no vídeo).

Em seu perfil, Mireles conta que fez o site justamente pensando em editores de blogs e jornalistas, que muitas vezes têm dificuldade para encontrar um determinado trecho, uma citação, em uma entrevista em vídeo.

Veja também:
Minhas primeiras impressões sobre o Google Wave


 
 

Things you can do from here:

 
 

aqui, lá fora

 
 

Sent to you by Suzana Gutierrez via Google Reader:

 
 

via Trezentos on 15/01/10

Em toda ciranda de conversas que fazemos na rede mocambos não deixamos de pintar a necessidade do dialogo das novas tecnologias, das tecnicas e a ciência com os saberes ancestrais. Para nós o novo e velho dialogam o tempo todo: o novo aprendendo com os erros e acertos da sua ancestralidade. Por isso a importância do Camdoblé para nós, por isso a importância d@s griôs. O equílibrio, o respeito a territoralidade. No filme Avatar trabalhou bem essa cosmovisão. A cultura digital para nós é um tijolo a mais. Não nos deixamos iludir pelos feitiche da sociedade do consumo, endosar mais consumo desenfreado, ainda que seja por um suposto bem, um susposto futuro saudável. Digo isso por que li o artigo da Silvana Lemos na revista ARede, "Aprender com os nativos digitais", e aponta para um rompimento com a vida. Há um grande volume de informações, um série de soluções para agilizar a comunicação e servir de entretenimento e novas formas convivio social. "Mas na nossa quebrada a parada é diferente". Mais está parecendo o novo ópio pro povo. O excesso de informações não está sendo mais possibilidades de soluções para os problemas cotidianos, pois as contradições continuam disfarsadas. Não está rolando aquele abstrair da realidade e buscar soluções para tarefas coletivas-individuais. Assim como não tem apontando para diversidade do que tem ofertado as outras mídias, tem sido sim mais uma extensão das outras mídias, com mudanças de formas e conteúdo para continuar a mesma hegemonia ou outra hegemonia e não diversidade. a inteligência desenvolvido por essa enorme quantidade de equipamentos e tecnologias não tem ajudado a criar e sim a destruir.

As crianças em suas casas, a experiência da vida resumida na realidade do video-game ou do computador, individualmente, das ruas com portões, a nova idade média. Não estão construindo seus brinquedos com materiais mapeados e recolhidos em diferentes partes do bairro ou em outro bairro. as brincadeiras coletivas é o jogo na rede. se quebra fácil, se compra tudo, usa pouco. ai ve elas com problemas nos ossos se atrofiando, dificuldade de compartilhar o lanche, o lápis. O computador e suas parafernalias como mais uma ferramenta e não como única. Lembro do blog do Marcelo Camelo, dele digitalizando o guardanapo com escritas e virando suas postagens no blog. Linguagem, né? De usar capulana, chita, como fundo do twitter ou do blog… subir em arvoré, tira foto dela e colocar no papel da parede do Desktop. Gravar a roda de ciranda e disponibilizar na rede. Digitalizar o desenho, daquele momento de sentado no chão, e vários potes de tintas, pode misturar a vontade, olhar para o outro e ver o que a coleguinha fez. Falta cheiro! Há certos valores, os mais profundos, que vem da cumplicidade dos momentos que exige a presente e o dialogo com aquilo que se toca em sua sinestesia.

telecentro negro

telecentro afro-centrado-diaspórico

Ir ao telecentro é a desculpa para sair de casa, ir para rua, encontrar o colega, perceber que plantaram um árvore, que pintaram a parede do salão comunitário, publicar as fotos da festa de São Benedito e a noitado no Jongo, postar no blog que aprendeu da história de Sundiatã Keita e da Makkeda ou como são feitos as casas em Mali.


 
 

Things you can do from here:

 
 

quarta-feira, janeiro 13, 2010

Uso pedagógico do telefone móvel (Celular) « Professor Digital

by Prof José Carlos

 
 

Sent to you by Suzana Gutierrez via Google Reader:

 
 


Antes de propor usos pedagógicos para o telefone móvel celular atual é preciso desfazer alguns mitos sobre a presença do celular na escola e o principal deles é o que diz que o telefone celular é desnecessário na escola e, além disso, atrapalha o andamento das aulas.

Alguns professores se queixam que os telefones celulares distraem os alunos. É verdade. Mas antes dos telefones celulares eles também se distraiam. A única diferença é que se distraiam com outras coisas; como aliás, continuam fazendo nas escolas onde os telefones celulares foram proibidos. O que causa a distração nos alunos é o desinteresse pela aula e não a existência pura e simples de um telefone celular. Exemplo claro disso é que em muitas escolas e em muitas aulas os alunos não se distraem com seus celulares, apesar de estarem com eles em suas mochilas, nos bolsos ou mesmo sobre as carteiras.

Alguns afirmam que os alunos usam celulares para colar. Bom, é provável que sim. Alunos colam sempre que estão diante de provas e atividades que permitam ou estimulem a cola. Essas provas e atividades são geralmente pobres ............ segue


 
 

Things you can do from here:

 
 

sexta-feira, janeiro 08, 2010

Google Mobile Search "Near Me"

Interessante esta busca local lançada pelo Google na versão móvel do seu
buscador. Na prática funciona assim:

1) acesse http://www.google.com/m/local

2) determine a sua localização

3) use a busca

Muito legal, especialmente, o uso nos dispositivos móveis.

Quem quiser saber mais ... segue em:

http://www.gutierrez.pro.br/?p=3087

terça-feira, janeiro 05, 2010

3G da Vivo no Ubuntu – e fácil

 
 

Sent to you by Suzana Gutierrez via Google Reader:

 
 


Há algumas semanas que eu vinha sentindo a necessidade de incorporar acesso móvel à Internet em meu notebook com Ubuntu Linux. Vejamos então como foi o processo para utilizar o penmodem 3G ZTE MF100 da Vivo no Ubuntu 9.10 (Karmic Koala).

Após uma pesquisa inicial na Internet, optei por testar o suporte e o nível de conhecimento das operadoras sobre o uso de penmodem 3G no Ubuntu. Eu já havia certificado-me que os penmodem de todas operadoras poderiam ser utilizados no Ubuntu 9.10, em geral. Visitei lojas das quatro operadoras de São Paulo (Oi, Vivo, Claro e Tim) no Shopping Center Anália Franco e mais uma loja associada à Vivo. Atendentes de três operadoras foram categóricos em dizer que seus penmodem não funcionariam com Linux. Estavam errados! Em uma delas, era possível ver a referência de suporte ao Linux na caixa do penmodem que estava na vitrine. Na loja da Vivo um funcionário afirmou que tinha um modelo de penmodem que funcionaria com Linux, mas não passou segurança sofre a afirmação.

Apenas na CommCenter encontrei quem estivesse seguro do uso do penmodem com Linux, embora tivesse sido advertido que seria conveniente ter um bom conhecimento do sistema operacional. Outra vantagem desta loja foi a grande oferta de modelos e fabricantes de penmodem.

Em seguida fui pesquisar a área de cobertura e a satisfação dos usuários com as operadoras. A única área de cobertura diferenciada era a da Vivo, com a qual os usuários pareciam satisfeitos, tanto em análises de sites como em pesquisas no Twitter.

O próximo passo foi pesquisar os planos de 3G das quatro operadoras. A melhor opção era a da Oi, seguida de perto pela Vivo.

Depois destas pesquisas, minha opção foi pelo penmodem ZTE MF100 da Vivo, que adquiri na CommCenter.

Instalado o Ubuntu 9.10 nos três computadores de casa, fiz testes com roteiros de instalação e configuração que encontrei pela Internet. A imensa maioria destes roteiros tinham código demais e arquivos demais para o meu gosto. Consegui configurar o penmodem de maneira muito mais fácil.

Abri o Synaptic para instalar o gnome-ppp. Feita esta instalação, conectei o penmodem na porta USB. Ao aparecer o ícone ZTEModem, abri o ícone, fui à pasta do Linux e copiei o arquivo VivoBra_LinuxUI.tar.gz para meu diretório /tmp. Cliquei com o botão direito do mouse sobre o ícone ZTEModem e ejetei-o.

No diretório /tmp, descompactei o arquivo copiado. Abri um terminal (sim, não foi possível escapar dele) e digitei os comandos

cd /tmp/LinuxUI && sudo ./install.sh

Quando solicitado, pressionei uma tecla qualquer. Não impressione-se com a mensagem de erro ao final do processo. Reiniciei o computador para testar o resultado.

Inseri o penmodem, ejetei o ícone do ZTEModem e já surgiu uma tela para autorizar o acesso ao chaveiro de senhas.

Para completar o processo, cliquei em ALT+F2 e digitei o comando

gksudo gedit /etc/resolv.conf

Inseri os dois servidores DNS do Google, inserindo neste arquivo as linhas

nameserver 8.8.8.8
nameserver 8.8.4.4

Pronto! Basta agora inserir o penmodem quando desejar e ter acesso à Internet pela rede 3G da Vivo.

Outros artigos de seu interesse:


 
 

Things you can do from here:

 
 

quarta-feira, dezembro 30, 2009

Noções básicas de Usabilidade em websites

 
 

Sent to you by Suzana Gutierrez via Google Reader:

 
 

via Usabilidoido [ feed completo ] by fred@usabilidoido.com.br (Frederick van Amstel) on 28/10/09

A assessora de imprensa do iDig - RJ me fez algumas perguntas básicas sobre Usabilidade para ajudar a divulgar o curso em que vou participar em breve. A entrevista expõe de forma sucinta o assunto e meu ponto de vista sobre.

Como podemos definir USABILIDADE?

Usabilidade é o mesmo que facilidade de uso. Se um produto é fácil de usar, o usuário tem maior produtividade: aprende mais rápido a usar, memoriza as operações e comete menos erros.

Quais são os erros de usabilidade mais comuns?

O erro mais comum é acreditar que se sabe tudo sobre os usuários de um website. O criador do website projeta de uma forma que lhe faz sentido, mas para o usuário, não há sentido algum. Aí o usuário se bate, não consegue navegar e até mesmo desiste e vai embora. Quem é que já não passou por estas dificuldades?

  • Excesso de informação irrelevante
  • Palavras técnicas desconhecidas
  • Botões que não reagem como esperado

Isso acontece ou porque o desenvolvedor achou que o usuário ia entender ou porque não sabia como fazer melhor. Usabilidade preenche justamente essa lacuna do desenvolvimento: definir o que fica melhor para o usuário.

Quais são as diretrizes de usabilidade que devem ser usadas na construção de um site?

Eu não acredito em diretrizes. Acredito em bom senso. O desenvolvedor que deseja melhorar a usabilidade de um website deve conhecer bem seus usuários, tomar decisões informadas e testar suas criações. Não existem diretrizes que substituam isso.

Como planejar a estrutura de um site?

Deve-se começar com uma pesquisa com usuários para verificar suas expectativas. Depois, analisar o conteúdo disponível. Esse conteúdo deve ser organizado de uma forma que faça sentido para o usuário, então é preciso convidá-los a participar da organização usando uma dinâmica chamada card-sorting. Por fim, deve-se elaborar diagramas que sintetizem a visão do usuário para os desenvolvedores do website.

Quais são as práticas de usabilidade mais eficientes atualmente?

Pesquisa com usuários. Elas são fundamentais para tomar decisões informadas. Existem vários métodos, tais como testes de usabilidade, card-sorting, avaliação heurística, mas o mais importante é ter bom senso.


As práticas de usabilidade variam de acordo com o tipo de site e seu público? Ou não, são diretrizes fixas?

As práticas de usabilidade devem ser executadas dentro de uma metodologia contextual, que leva em conta a situação específica do projeto, adaptando os métodos e técnicas para a necessidade. Embora existam, eu não confio em procedimentos padronizados para a usabilidade.

É possível avaliar se as práticas utilizadas em um site estão tendo o resultado esperado? Como avaliar?

A análise de estatísticas de navegação e os testes de usabilidade são muito eficientes para verificar o nível de usabilidade de um website. Na análise de estatísticas, é possível identificar situações indesejáveis como, por exemplo, a desistência do usuário no meio de uma tarefa. Porém, não dá pra saber o motivo da desistência. Isso pode ser verificado num teste de usabilidade, no qual o usuário executa tarefas na frente dos desenvolvedores, que observam sua fala, seu estado emocional e contexto de uso.


Você poderia dar exemplos de boas práticas de usabilidade e práticas ruins?

A Usabilidade está por todas as partes em nosso dia-a-dia. Da torneira de banheiro ao painel do microondas. Se funciona, a gente nem nota que está ali, mas se apresenta dificuldade, ficamos irritados. As boas práticas de usabilidade passam desapercebidas, mas contribuem para uma boa experiência no final do dia. Existem produtos que se tornaram famosos por sua usabilidade: é o caso do buscador Google, do iPhone, do Windows e do Nintendo Wii. Algumas pessoas acham que a usabilidade desses produtos é boa, outros acham que é ruim, mas o fato incontestável é que a usabilidade é a alma desses produtos.

O que é o design de Interação?

O Design de Interação vai além da Usabilidade. Usabilidade é um aspecto importante da experiência do usuário, mas não é o único. É preciso considerar aspectos estéticos, emocionais e sociais. Design de Interação integra tudo isso dentro das teorias e metodologias de Design, que fornecem uma excelente base para lidar com o balanceamento destes aspectos. Pode-se considerar o Design de Interação como uma especialidade dentro do Design, assim como Design Gráfico ou Design de Produto.

O que é o Instituto Faber Ludens?

O Instituto Faber-Ludens é uma entidade sem fins lucrativos que promove o desenvolvimento do Design e da Tecnologia no Brasil através da integração entre mercado e academia. Apoiamos projetos de pesquisa, ensino e consultoria nas mais diversas áreas.

Posts anteriores relacionados:


 
 

Things you can do from here:

 
 

Wikilivros: liberdade para o conhecimento

 
 

Sent to you by Suzana Gutierrez via Google Reader:

 
 

via (title unknown) by Grupo Nós on 30/12/09

O Wikilivros (do inglês Wikibooks) é um projeto da Wikimedia Foundation dedicado ao desenvolvimento colaborativo (wiki) de livros, apostilas, manuais e outros textos didáticos de conteúdo livre .
Instituições, professores,alunos e sociedade de um modo geral podem participar lendo ou melhorando um dos 6 443 módulos presentes nos 274 livros, ou produzindo novos materiais.
A perspectiva é que os wikibooks aumentem sua importância a medida que a cultura comece a incorporar os livros digitais em práticas de aquisição de conhecimento.  Outro aspecto que julgo importante para o aproveitamento de livros digitais é a popularização das tecnologias da mobilidade.
Neste contexto, projetos de wikibooks podem ser uma boa opção para lidar com a demanda de conhecimento sistematizado, porém é necessário que esses conteúdos sejam abertos.
Como diz o André Lemos " a informação que ser livre na cibercultura", e quer mesmo. São as mídias pós-massivas que autorizam professores e alunos a serem produtores de conteúdos, libertando-os da lógica unidirecional do mass media.

Não se trata aqui de nenhuma visão apocalíptica com relação ao futuro do livro impresso, mas da sua reconfiguração. Para dizer a dizer a verdade, a mim pouco importa qual será o suporte do livro, o mais importante é a democratização do conhecimento. Se a cultura decretar o fim ou a diminuição da importância do livro impresso será porque esta é uma imposição do Zeitgeist (espírito do tempo), e certamente nossas capacidades cognitivas e motoras estarão prontas para a lógica do digital.

Cada vez eu fico mais impressionado com a versatilidade da ferramenta wiki. Não é atoa que o Prof. Thomas Malone (MIT) aponta o Wikipedia com um dos mais melhores exemplos de inteligência coletiva voluntária.
A tecnologia de suporte para a inteligência coletiva é a mesma da Wikipedia, ou seja, o software MediaWiki.
Saiba como desenvolver o seu próprio projeto de Wikibook .
José Erigleidson

Share/Save/Bookmark


 
 

Things you can do from here:

 
 

segunda-feira, dezembro 28, 2009

RPG Online no Google Wave

 
 

Sent to you by Suzana Gutierrez via Google Reader:

 
 

via Blog do Link on 23/12/09

Durante anos, os jogadores de RPGs de mesa online tiveram que usar softwares específicos para atender às necessidades que um jogo em tempo real demanda. Finalmente, há uma solução prática e mais democrática para quem precisa de uma interface que acrescente conteúdo multimídia em tempo real dentro de um tópico de informações.

O Wave é perfeito para esse ipo de interação, porque permite a inserção de todo tipo de conteúdo útil à mesa de jogo - como áudio e imagens, por exemplo - com um só clique. E a maneira como as mensagens são dispostas também permite uma dinâmica muito semelhante ã mesa de RPG na vida real.

Como também dá para publicar vídeos e mapas no Wave, criam-se possibilidades novas para os jogadores - e mestres - desse tipo de RPG.

Já existe uma lista de Waves, em inglês, que estão sediando RPGs Online. Clique aqui para visualizá-la.


 
 

Things you can do from here:

 
 

sábado, dezembro 26, 2009

ScribLink: Un whiteboard en línea

 
 

Sent to you by Suzana Gutierrez via Google Reader:

 
 

via DigiZen: Un Blogfesor Aprendiendo by Mario Núñez on 26/12/09

Scriblink the offical blog logo Scriblink es una aplicación que ofrece una "pizarra" en línea en donde los usuarios pueden escribir, dibujar, subir imágenes, conversar mediante chat y audio y compartir documentos. Puedes hasta añadir funciones matemáticas. Para comenzar a usar el servicio es cuestión de compartir el url único con los interesados. No requiere crear una cuenta para comenzar a usar los servicios.

Me parece una una herramienta muy útil para el aprendizaje en línea.

captured_Image.png

Etiquetas: ,

Entradas relacionadas


 
 

Things you can do from here:

 
 

Alternativas de código abierto para video-conferencias

 
 

Sent to you by Suzana Gutierrez via Google Reader:

 
 

via DigiZen: Un Blogfesor Aprendiendo by Mario Núñez on 24/12/09

dimdim1 Una de las aplicaciones esenciales para la enseñanza en línea son los sistemas que permiten realizar video-conferencias o los llamados "webcastings". Existen aplicaciones excelentes  como Elluminate pero requieren el pago de una licencia anual para su uso. Para las instituciones educativas que quieren implementar una aplicación de webcasting de código libre parecería que las opciones se reducen a dos: DimDim y BigBlueButton. DimDim tiene la ventaja de que tiene un módulo que se integra con Moodle. BigBlueButton es un proyecto nuevo pero que tiene muy buena pinta y que  hay que seguir de cerca ya que puede convertirse en el Moodle de los sistemas de webcastings.

Espero poder motivar al grupo de tecnologías de información de mi Universidad a instalar estas dos aplicaciones y comenzar a realizar pruebas con las mismas en el nuevo año.

Etiquetas: , ,

Entradas relacionadas


 
 

Things you can do from here:

 
 

segunda-feira, dezembro 14, 2009

Contribuição para o marco civil da Internet no Brasil

Se nós vamos blogar, é bom pensar no contexto...

 
 

Sent to you by Suzana Gutierrez via Google Reader:

 
 

via Trezentos by Sérgio Amadeu on 14/12/09

Esta é uma contribuição para a construção do marco civil da Internet no Brasil. Graças ao processo de consulta aberta lançada pelo Ministério da Justiça enviei pelo twitter ( @marcocivil ) o link deste post que podera se somar as diversas outras considerações e proposições enviadas pelos cidadãos.

Sergio Amadeu da Silveira – Prof. Titular do Mestrado da Faculdade Cásper Líbero.

PRESSUPOSTOS DO MARCO CIVIL

A Internet deve continuar a ser uma rede das redes. Toda e qualquer regulamentação deve assegurar suas principais características, ou seja, a comunicação livre, interativa, transnacional e sua arquitetura distribuída.

A lei deve garantir a neutralidade da rede e sua dinâmica atual que permite a qualquer pessoa a criação de conteúdos, protocolos de comunicação, interfaces, formatos e tecnologias sem a necessidade de permissão ou autorização de quem quer que seja.

Estas características são elementos essenciais da criatividade e da diversidade, cultural e tecnológica, que são marcas da sociedade informacional. Certamnete não teríamos a web, a voz sobre IP e as redes P2P se seus criadores tivessem que submeter suas criações aos parlamentos e às grandes corporações.

A liberdade é a base da invenção e da inovação em rede.

DEFINIÇÕES ESSENCIAIS PARA O MARCO CIVIL

A núcleo vital de um marco civil deve ser a definição dos direitos dos cidadãos brasileiros na comunicação em redes digitais. Por isso, a lei deve conter claramente os seguintes direitos civis:

1  Todos os brasileiros têm o direito ao acesso à Internet sem distinção de renda, classe, credo, raça, cor, opção sexual, sem discriminação física ou cultural

2  Todos internautas têm o direito à acessibilidade plena, independente das dificuldades físicas ou cognitivas que possam ter.

3  Todos cidadãos brasileiros têm o direito de abrir suas redes e compartilhar o seu sinal de internet, com ou sem fio.

4  Todos os cidadãos têm o direito à comunicação não-vigiada.

5  Todo internauta tem o direito à navegação livre, anônima, sem interferência e sem que seu rastro digital seja identificado e armazenado pelas corporações, pelos governos ou por outras pessoas, sem a sua expressa autorização.

6  Todo interagente tem o direito de compartilhar arquivos pelas redes P2P sem que nenhuma corporação filtre ou defina o que ele deve ou não comunicar.

7  Todo cidadão tem o direito que seu computador não seja invadido, nem que seus dados sejam violados por crackers, corporações ou por mecanismos de DRM.

8  Todo brasileiro tem direito a cópia de arquivos na rede para seu uso justo e não-comercial.

9  Todo cidadão tem direito de acessar informações públicas em sites da Internet sem discriminação de sistema operacional, navegador ou plataforma computacional utilizada.

10  Toda pessoa tem o direito a escrever em blogs e participar de redes sociais com seu nome, com codinome ou anonimamente.

11  Todo o cidadão tem o direito de acessar dados do Estado, em formatos abertos e legíveis por máquinas, para processá-los e recombiná-los em seu computador. A transparência pública exige um governo aberto às formas distribuídas de fiscalização.

A QUESTÃO DA GUARDA DE LOGS

Quem guarda logs de conexão (que vincule uma máquina a um número de IP) deve fazê-lo por um período de tempo não superior a seis meses, exceto por solicitação do Poder Judiciário ou por expressa autorização dos usuários, sob pena de crime contra a privacidade.

A guarda de logs e sua posterior vinculação à identidade civil de um usuário deve ser chamada de cadastro. O cadastramento obrigatório deve ser evitado por ser extremamente danoso à privacidade, à criatividade, à expansão de cidades digitais e às redes abertas.

O SITE DO MARCO CIVIL É :   http://culturadigital.br/marcocivil/


 
 

Things you can do from here:

 
 

Redes Sociais na Educação

via Sérgio Lima!

 
 

Sent to you by Suzana Gutierrez via Google Reader:

 
 

via Aprendendo em Redes de Colaboração by admin on 09/12/09

Na semana de 30/11/2009 a 04/12/2009 o programa Salto para o Futuro da TV Brasil passou uma série (5) de programas em que o tema era Redes Sociais na Educação. Pra quem não pode assistir o mesmo na TV pode fazê-lo na web. O Prof. Paulo Slomp, da UFRGS,  gravou os mesmos e disponibilizou no seu canal no Youtube.

A terceira parte está inserida abaixo:

Agradecimentos ao Prof.  Paulo Slomp pela gentileza de gravar e disponibilizar os vídeos.

Sem artigos relacionados.

Posts relacionados trazidos a você pelo Yet Another Related Posts Plugin.


 
 

Things you can do from here:

 
 

Material didático para professores astronautas

via G Reader e Blog da biblioteca Setorial de Educação da UFRGS

 
 

Sent to you by Suzana Gutierrez via Google Reader:

 
 

via Blog da biblioteca Setorial de Educação by Marcus Hulk on 27/11/09

A página do MEC tem vasto material para educadores. Além disso, conta com o Jornal do Professor. Nesta edição, um dos destaques é o programa da Agência Espacial Brasileira voltado para o ensino da ciência.
(foto: Edson Haruki).
Professores astronautasAqui vai uma dica. Há dezenas de sites brasileiros que falam diretamente ao professor. Nós da CH On-line sempre percorremos aqueles que achamos mais legais. E, como falamos, são muitos. Um em especial já é famoso e faz parte da página do Ministério da Educação (MEC) - o Portal do Professor. E, sim, é claro que uma das influências da seção Alô, Professor é o espaço do MEC. Por lá, há vasto material colaborativo e multimídia, e qualquer professor do ensino fundamental e médio do Brasil pode se valer do conteúdo em suas aulas. Só por isso já valeria a visita.
Mas este mês queremos destacar também o Jornal do professor, periódico virtual do Portal do Professor. Por que exatamente destacamos este mês? Porque este mês o jornal trata da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia, que ocorreu em outubro em várias cidades do país. E divulgar a ciência é a nossa praia.
Das matérias relacionadas, todas muito bacanas, chamou atenção o texto que fala sobre o programa voltado aos professores e às escolas da Agência Espacial Brasileira (AEB), o AEB Escola.
Sobre o projeto, a matéria do Jornal do Professor diz:
O programa atende escolas de ensino fundamental e médio de todo o país e engloba atividades em diferentes áreas: astronomia; astronáutica e veículos espaciais; satélites e plataformas espaciais; aplicações da tecnologia espacial: meteorologia e sensoriamento remoto – observação da terra. Em 2009, Ano Internacional da Astronomia, um novo tema passa a fazer parte das atividades do programa. É ciências espaciais, com conteúdo voltado para a exploração do espaço cósmico. Palestras, exposições, e oficinas para professores e alunos são algumas das atividades promovidas.
No próprio texto há mais detalhes de como os colégios podem participar do AEB Escola. E na página da iniciativa é possível conhecer um pouco mais do plano de formação de professores e -  também - de alunos.
Thiago Camelo
Ciência Hoje On-line

 
 

Things you can do from here:

 
 

1000 ATIVIDADES PARA O NATAL

 
 

Sent to you by Suzana Gutierrez via Google Reader:

 
 

via Bloguinfo by Sindy on 07/12/09

Na verdade são mais de 1000 atividades que separei usando o Google Reader. Estou completamente sem tempo para publicar o que ando fazendo com meus pequenos alunos, mas agrupei todos os posts de blogs que eu acompanho para compartilhar com vocês. Clique aqui para visualizar todas as atividades e veja as últimas atualizações abaixo.

São muitas sugestões: atividades escritas, plásticas, musicais,... então eu recomendo paciência para encontrar o que procura!





As ideias que eu separei para fazer com meus pequenos são essas:

>> Caixinhas de Natal para Montar
e
Músicas de Natal Turma da Mônica para Baixar
Do Carrossel da Aprendizagem da Michele


>> Calendário do Advento
Da Baú da Ritinha

>> Gossamer Thread Trees, Re-Imagined
Da CraftyPod
É um pinheirinho de linha... lindo!

>> Cookies Sister Fáceis
Do Sister Divertido

>> Trilha de Natal
Da Adrinarte

 
 

Things you can do from here:

 
 

domingo, dezembro 13, 2009

A revolução será televisionada

 
 

Sent to you by Suzana Gutierrez via Google Reader:

 
 

via Brasília, eu vi on 12/12/09


A pedido do jornalista Olímpio Cruz Neto, estou postando o informe abaixo, para que todos saibam que a 1a Conferência Nacional de Comunicação, primeiro e decisivo passo para a democratização da mídia no Brasil, será televisionada. Não deixem de participar desse momento histórico que está sendo boicotado, desde sempre, pelos barões da imprensa brasileira – que se pelam de medo de perder os muitos privilégios que têm.

Cobertura da Confecom será ao vivo, com transmissão pela internet e NBR

Evento terá participação de comunicadores de rádios e TVs comunitárias e haverá tenda para público não credenciado com telões

Mais de 300 profissionais de imprensa de todo o país estarão acompanhando a 1ª Conferência Nacional de Comunicação (Confecom), que começa na próxima segunda-feira, 14 de dezembro, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, em Brasília. A informação é do Ministério das Comunicações e da Secretaria de Comunicação da Presidência da República. O tema da conferência, a primeira a ser realizada no Brasil, é "Comunicação: meios para a construção de direitos e de cidadania na era digital".

A Empresa Brasil de Comunicação (EBC) montou uma grande estrutura para o evento, mobilizando a TV Brasil, a televisão a cabo NBR, oito emissoras de rádio e a Agência Brasil de notícias.

A conferência, inédita, gira em torno de três eixos temáticos: "produção de conteúdo", "meios de distribuição" e "cidadania: direitos e deveres". O evento atraiu a atenção de jornais, revistas, sites, portais, agências de notícia, rádios, emissoras de televisão, assessorias e mídia comunitária.

Além de jornalistas dos meios de comunicação tradicionais, a Confecom receberá cerca de 60 comunicadores de meios comunitários, que atuam em rádios, TVs e agências espalhadas pelo país. Uma tenda será montada do lado de fora do Centro de Convenções, com dois telões e rede wireless, para atender ainda a um público não credenciado, mas ligado à área de comunicação, como estudantes e blogueiros.

A TV Brasil e a Agência Brasil preparam uma cobertura intensa, com pelo menos dez jornalistas em cada um dos quatro dias da Confecom, que se encerra na quinta-feira, 17. Serão produzidas reportagens para os telejornais, e o programa Repórter Brasil, principal telejornal da emissora, promoverá debates todos os dias sobre os temas da conferência.

"Queremos passar ao telespectador a importância das comunicações, através do debate dos diferentes pontos de vista sobre o tema", aponta Eduardo Castro, gerente executivo de jornalismo da EBC.

A NBR transmitirá a conferência ao vivo, desde a abertura, com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, às 19h de segunda-feira, até a plenária final, que ocorre no dia 17. O sinal estará à disposição de qualquer emissora que tenha interesse em pegar as imagens.

A NBR também será responsável pela transmissão da conferência pela internet, através do sítio oficial da Confecom (www.confecom.com.br) e em seu próprio sítio: www.ebcservicos.ebc.com.br/veiculos/nbr/nbr-aovivo.

Para esta cobertura, a NBR mobilizou 50 pessoas, entre técnicos e jornalistas. "Teremos um estúdio montado no Centro de Convenções para produzir entrevistas e boletins para os programas da grade e os telejornais", afirma José Roberto Garcez, superintendente de Rede e Diretor de Serviços da EBC.

A programação da NBR é transmitida para mais de mil emissoras em todo o país, públicas e privadas, o que possibilitará um grande acesso da sociedade brasileira aos debates da Confecom. O sinal da NBR também pode ser captado por antenas parabólicas (veja abaixo os parâmetros para captá-la).

As emissoras de rádio da EBC farão uma cobertura especial da Confecom, com a realização de mesa redonda e entrevistas diretamente do Centro de Convenções, de terça a quinta-feira, entre 9h30 e 10h e das 16h às 16h30.

As rádios da EBC estão envolvidas com a Confecom desde as conferências estaduais que precederam a Conferência Nacional e, além de programas, mesas redondas e documentários produzidos, veiculam spots de 40 a 50 segundos com representantes dos segmentos que compõem a Confecom: representantes de organizações dos movimentos sociais, de entidades empresariais e poder público.

"Nossa proposta é permitir ao ouvinte participar da discussão e fazer o seu juízo de valor sobre um tema importante como a comunicação", aponta Cristina Guimarães, gerente da Rádio Nacional, de Brasília, cabeça de rede da transmissão da Confecom.

A Associação de Rádios Públicas do Brasil (Arpub) também terá produção especialmente voltada para a Confecom, com equipe multiprofissional de diferentes emissoras públicas. A transmissão da Arpub será de terça a quinta-feira, de 18 às 18h30. As transmissões da EBC e da Arpub estarão disponíveis via satélite no mesmo canal da Voz do Brasil, que é transmitida para mais de 4 mil rádios do país.

No sítio da Radioagência Nacional (www.ebc.com/radioagencia), agência de rádio na Internet, há um link para acessar matérias, entrevistas e sonoras das equipes da EBC na Confecom. O dowload é livre e gratuito.

Seguem abaixo os parâmetros para assistir a NBR por parabólica:

Cidades que captam o sinal da NBR pela Net
12 – Anápolis – GO
02 – Belo Horizonte – MG
19 – Blumenau – SC
13 – Brasília – DF
06 – Campinas – SP
09 – Campo Grande – MS
19 – Florianópolis – SC
10 – Goiânia – GO

15 – Indaiatuba – SP
06 – Porto Alegre – RS
07 – Ribeirão Preto – SP
04 – Rio de Janeiro – RJ
14 – Santos – SP
07 – São José do Rio Preto – SP
05 – São Paulo – SP

Sky
Canal 146

OiTV
696 – Rio de Janeiro

Recepção Digital de Satélite (Antena Parabólica)
Satélite: Star One C2
Posição Orbital do Satélite: 70°W
Polarização: Horizontal
Frequência: 3632
Padrão: DVB-S
SYMBOL RATE: 4.6875
FEC 3/4
PID DE VÍDEO: 0308
PID DE ÁUDIO: 0256
PID DE PCR: 8190

Recepção Analógica de Satélite (Antena Parabólica):
Satélite: Star One C2
Posição Orbital do Satélite: 70°W
Freq.: 4030
Banda L : 1120
Polarização : Vertical

Posted in Mídia

 
 

Things you can do from here: